terça-feira, 1 de novembro de 2011

GESTÃO DE NEGÓCIOS

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Gestão de pessoas:

O Recursos humanos numa empresa seja ela de pequeno, médio ou grande porte é essencial na visão estratégico nos negócios.
A gestão de pessoas se dá início, na contratação, passando por um treinamento qualificado da empresa, entender de forma clara a missão, visão e valores da empresa, assim como entender seu produto ou serviço de forma que compre tão bem a ideia da mesma forma que possa vendê-la.
O investimento ao colaborador é essencial, eficaz e de grande valia a corporação.
A amplitude de conhecimentos, a troca de experiências, as oportunidades, a valorização profissional, os desafios, fazem de um pequeno colaborador um grande empreendedor, visando os custos benefícios à empresa.
O profissional deve ser preparado a ser um estrategista. Ver em cada oportunidade um novo desafio a ser enfrentado e solucionado com autonomia competente.
Ser líder, ter habilidade de negociações, trabalhar sua comunicação, oferecendo um ambiente de trabalho confortável e harmonioso, focando o trabalho em equipe.
A gestão de pessoas visa unificar a empresa para que ela possa ser representada por todos seus membros.
A gestão estratégica de pessoas é um processo de longo prazo e contínuo que requer dedicação e desenvolvimento em etapas. Por isso, cada empresa precisa estabelecer a sua política de gestão estratégica de pessoas e implementá-la, gradativamente, conforme seu perfil e necessidades.





Gestão por competência direciona sua ação prioritariamente para o gerenciamento do Gap ou lacuna de competências eventualmente existente na organização, procurando eliminá-lo ou minimizá-lo. A ideia é aproximar ao máximo as competências existentes na organização daquelas necessárias para a consecução dos objetivos organizacionais. Sob essa perspectiva, minimizar eventuais lacunas de competências significa orientar e estimular os profissionais a eliminar as discrepâncias entre o que eles são capazes de fazer (competências atuais) e o que a organização espera que eles façam (competências desejadas). Nessa direção, a área de gestão de pessoas possui um papel fundamental nesse processo, na medida em que seus diversos subsistemas podem promover ou induzir o desenvolvimento profissional e, por conseguinte, a eliminação de gaps ou lacunas de competências. Dessa forma, a área de gestão de pessoas pode orientar suas políticas, planos táticos e ações, integrando todos os seus subsistemas em torno da aquisição das competências necessárias à consecução dos objetivos organizacionais.
Tecnicamente, a gestão de pessoas é implantada a partir de um processo de mapeamento das competências organizacionais (das equipes) e profissionais (das funções ou dos cargos) desejadas e das competências pessoais (dos funcionários) existentes. De posse do inventário de competências dos funcionários (competências existentes) e das competências profissionais desejadas para o exercício das funções, a empresa pode selecionar pessoas com mais clareza, pois conhece quais competências devem atrair para a organização, desenvolvê-las com mais precisão, porque sabe quais competências são carentes na empresa, avaliá-las de forma mais precisa, pois tem clareza do objeto de desempenho e, por fim, remunerá-las com mais justiça, uma vez que a recompensa deve ser dirigida àqueles que se orientaram com base nos objetivos e metas organizacionais.


Gestão do conhecimento

É a capacidade de gerenciar, descobrir, mapear, classificar, captar, distribuir, criar, multiplicar e reter conhecimento com eficiência, eficácia e efetividade e para que uma organização se coloque em posição de vantagem competitiva em relação às outras para gerar lucro e garantir sua sobrevivência e expansão no mercado.

A Gestão Estratégica Orientada para Resultados transforma intenções estratégicas em resultados concretos. Agrega recursos e competências com o gerenciamento e monitoramento em tempo real, acelera a execução das ações e trabalha-se a alcançar os resultados pontuados. A avaliação sistemática amplia a aprendizagem organizacional e a comunicação de resultados.
Integrar recursos, atividades, controles e sistemas para obter resultados sustentáveis é foco da Gestão Orientada a Resultados, referencial método metodológico desenvolvido pela Organização Nações Unidas (ONU) a fim de assegurar que suas agências alcancem os resultados para os quais foram criadas.
As etapas de gestão estratégicas podem se definir das seguintes formas:
O Planejamento estratégico que é o mapeamento e a segmentação do publico- alvo, identificação das suas demandas; definição de prioridades; montagem de uma carteira de projetos; alocação estratégica de recursos;
Estruturação e contratualização de cada projeto:
1. Definição do foco estratégico, público-alvo e resultados;
2. Especificação das ações, recursos, prazos e responsáveis;
3. Modelo de gestão e avaliação;
4. Negociação de acordos de resultados;
Gerenciamento e monitoramento intensivos: capacitação dos gestores dos projetos; monitoramento em tempo real da implantação de cada projeto e da carteira, com suporte de um sistema de informações gerenciais; e avaliação e comunicação: mensuração e interpretação periódica dos resultados; avaliação dos projetos; formulação das medidas corretivas e preventivas necessárias; comunicação dos resultados.

No ambiente dos negócios, praticamente em qualquer lugar do mundo, as pessoas estão sentindo as transformações introduzidas pela reengenharia, descentralização, transformações em cenários internos e externos, políticas de competitividade e sobrevivência, inovações tecnológicas, surgimento de novos modelos de gestão, mudanças significativas no perfil do cliente, relações com fornecedores. Gerir um negócio na atualidade requer quebra de paradigmas no ambiente empresarial e envolve uma gama complexa e diversificada atividade e precisamos estar aptos a perceber, refletir, decidir e principalmente agir nos momentos certos. Temos plena convicção de que o grande desafio desta década, é da capacidade e competência diária que as organizações enfrentam para levar a todos os níveis hierárquicos e funcionais, da alta administração ao piso de fabrica, a incorporação de novos modelos, métodos, técnicas, instrumentos, atitudes e comportamentos necessários a sobrevivência empresarial.

VISÃO ESTRATÉGICA

Para obter um resultado mais apurado no planejamento estratégico de um negócio devemos levar em consideração diversos fatores que possam trazer consideráveis mudanças que possam impactar nos resultados das empresas. Para conduzir a gestão empresarial de uma forma coletiva e competitiva, os limites, forças e competências é fundamental que a empresa construa o seu futuro desejado analisando cenários futuros.

PLANO DE NEGÓCIOS

Muitos empreendedores não conseguem alavancar seus negócios por não enxergar erros estratégicos ou de gestão. Um plano de negócios é a ferramenta essencial e imprescindível nos dias atuais e de competitividade no mercado. Um bom planejamento não garante o sucesso, mas serve para minimizar os erros e otimizar as potencialidades e oportunidades. O plano de negócios é uma ferramenta que deve ser ajustado freqüentemente, buscando um plano de melhorias constantes, conceitos comportamentais como o PDCA (PLAN = planejar, DO = fazer, CHECK = checar, ACTION = ação) são conceitos que devem ser implantados nas organizações para estar sempre atualizando seu posicionamento no mercado e em busca de resultados superiores.
Uma empresa precisa estar baseada em três pilares de sustentação; caixa, lucro e perpetuação e o plano de negócios, auxilia o empreendedor a buscar estes resultados. Plano de negócios:
1 – Visão  
* É o sonho que se pretende alcançar; * Descrição em poucas linhas o que o negócio deseja ser no futuro;
 * Quais os valores que queremos criar.
2 – Missão
* Descrição clara do produto ou serviço que queremos oferecer; * Como se pretende atingir vantagens competitivas sustentável ao negócio; * Core competencies – é o que você faz melhor que os outros.
3 – Descrição do Negócio
* Descrever detalhadamente as características do negócio (produtos / serviços);
* Desenhar a cadeia de valores, descrevendo as atividades primárias e as de suporte e os fatores críticos de sucesso; * Planejamento de resultados e fluxo de caixa;
* Planejamento em relação aos sistemas de informação e controle; * Portfólio de produtos, marca, barreiras, etc.
4 – Análise do Mercado Identificar:
 * Tamanho atual do mercado;
* Evolução histórica do mercado;
* Análise do Modelo das 5 forças de PORTER;
* Ameaça de novos entrantes
* Poder de barganha dos fornecedores;
* Poder de barganha dos compradores;
* Ameaça dos substitutos; * Rivalidade da competição.
5 – Análise dos Consumidores
* Conhecer exatamente que são/serão os clientes / consumidores do negócio; Conhecer:
* Quem são (faixa etária, sexo, etc);
* Quem poderia ser;
* Como estão distribuídos;
* Quais as motivações que o levam a consumir;
* Quais as expectativas e necessidades que estão sendo satisfeitas pelos concorrentes.
6 – Análise da Concorrência
* Analisar profundamente os principais concorrentes; Definir:
* distribuição do market share atual; * identificar os principais concorrentes, suas práticas (volume de vendas, preço, margem, logística, etc);
* descrever os pontos fortes e fracos;
* fazer o grid comparativo dos concorrentes – vantagens competitivas dos concorrente.
7 – Análise do Ambiente Externo Considerar todos os fatores que afetam o negócio:
* Sociais, tecnológicos, econômicos, políticos;
* Esses fatores influenciam todas as empresas do mesmo ramo;
* Oportunidades e ameaças.
8 – Análise do Ambiente Externo
* considerar os pontos fortes e fracos;
* minimizar / eliminar os pontos fracos;
* manter / reforçar os pontos fortes;
* comparar e realizar análise de benchmarking.
9 – Definir Cenários Considerar o cenário mais provável para o projeto:
* Otimista;
* Realista;
* Pessimista; Para cada um dos cenários é necessário prever:
* Crescimento do mercado;
* Evolução do market share do negócio; É um exercício de futurologia estruturada
É A PARTE MAIS IMPORTANTE DO PROJETO
10 – Projeções Financeiras *
 É onde se verifica se o projeto irá se pagar;
* Para verificar se o projeto é viável economicamente, é necessário calcular através da técnica de fluxo de caixa descontado, valor presente líquido, em determinado horizonte de tempo; Observar as seguintes ações:
* Determinar preços de venda dos produtos/serviços, promoções;
* Levantar os recursos necessários (investimentos e despesas correntes previstas) ao longo do tempo;
* Determinar fluxo de caixa.
11 – Definição da Estrutura
* Organizacional
* Determinar o conjunto de departamentos
* Organogramas
* Tarefas e atividades
* Formas de avaliação produtiva
* Capacitação dos funcionários
* Plano de carreira, PPR
* Cultura organizacional
* Regras de conduta, éticas profissionais, estilos gerenciais, etc.
Na maior parte dos casos de fechamento de empresa poderia ser evitado ou o prejuízo minimizado se houvesse planejamento e um plano de negócios. É fundamental para o empreendedor entender a organização, ou o negócio que vai montar, conhecer seus pontos fortes e fracos. O negócio de fomento mercantil se enquadra num plano de negócios, pois além de avaliar o risco junto a seus clientes-cedentes, precisa entender e conhecer o mercado do seu cliente, diminuindo assim seus riscos por atividade econômica, praticando os conceitos do planejamento estratégico. Todas as pessoas fazem seu planejamento pessoal todos os dias, as vezes até sem se lembrar que está planejando seu dia a dia, porém um simples plano de itinerário no transito já é um plano de negócios, porque pode estar tomando tempo, ou gastando combustível ou outros custos acessórios. Por fim, planejar diminui o grau de erro, e deve ser atualizado freqüentemente, este caminho pode fazer a sua vida ser mais tranqüila e até pode maximizar seus resultados.












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